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sábado, 15 de maio de 2010

18 Meses

Completados dia 3 de abril de 2010.







3 priminhos



Eu e meu afilhadinho Guel




Olha o Leão!


Letícia: tá uma tagarela!



Brasil - Parte: 3 - Cenas Aleatórias

Fofucha!



Na casa da Pat, visitando o Felipe. Da esquerda para direita: Marcelo com Felipe no colo, Pat, Marina, eu e Júnia gravidíssima de 7 meses do Bernardo.







Minha "Review" do Livro "Sobre Pressão" do Carl Honoré

O livro é um wake-up call para a nova geração de pais que tem filhos depois do 30, geralmente tem muitos anos de educação "formal" (graduação, mestrado, doutorado) e tem poucos filhos. Há uma tendencia de tratar os filhos como "projetos" a serem completados, cujos objetivos, caminhos e processo é definido pelos próprios pais. Eu mesma me vi em várias das "armadilhas" descritas pelo livro. Acho que muitos pais também se verão nele.


1) Muitos pais pensam nos filhos como uma versão 2.0 deles mesmos com as qualidades melhoradas e os defeitos amenizados, o que cria uma expectativa em torno da criança. Muitas pesquisas mostram que as crianças nascidas de 1990 para cá estão cada vez mais estressadas e ansiosas por causa disso. As crianças de hoje estão tendendo a ser "moldes", a ter medo de arriscar, de imaginar, de ousar. Perguntaram pra uma turminha de crianças numa pré-escola de Seattle o que é felicidade. Um deles respondeu: "entrar em Harvard".


2) Seguindo essa linha muitas pré-escolas estão dando muita ênfase à "ensinar" o beabá, cores, formas e se esquecendo que criança em idade pre-escolar precisa mesmo é brincar livremente e da forma menos estruturada possível. Como o livro diz, as crianças de hoje estão com dificuldade em "ver o mundo num grão de areia".



3) Atividades extra-curriculares. Aqui nos US a média de atividades extra-curriculares é 5, 6. Como as crianças podem ter tempo de "viver", refletir, se sentir entediadas com o dia "full-packed"?


4) Esportes. Esse é especialmente pros US. Aqui esporte não é para se divertir, algo entre a bola e a criança, a criança e a bola.Eu sou testemunha ocular disso. É só ir em qq parque que vc vê os pais controlando os jogos dos meninos, com estatísticas, campeonatos super, hiper organizados. Cadê o jogar só por jogar? Em Ipatinga, lembro que quando os meninos queriam jogar futebol, eles simplesmente iam pro campinho, se auto-organizavam e simplesmente começavam a jogar. Nunca vi pai se envolvendo no joguinho deles.


5) Eu só ganhava brinquedo no aniversário (incluindo o da Camilla :)) e no Natal. E nunca reclamei. Hoje, sempre que vou na Target "acho" um brinquedo que "tenho certeza" que irá ser "excelente" pro desenvolvimento da Brooke.


6) Muitos livros de pais, nos "ensinam" a falar aos nossos filhos que eles são lindos, maravilhosos, que podem tudo, para formar a auto-estima deles. Será que devemos? Uma criança entrevistada numa pesquisa disse: "Meus pais vivem dizendo que eu posso ser tudo que quero ser. Eu tenho muito medo de fracassar, de decepcioná-los".


O livro também fala sobre deveres de casa, marcos de desenvolvimento, brinquedos, consumismo, tecnologia, disciplina e etc...


O ponto principal é que as crianças de hoje são "micro-managed" pelos pais. Até querer ensinar eles a brincar a gente tenta! Como se precisasse. Na minha infância eu fazia no máximo 2 atividades extra-curriculares (jazz e inglês) e tinha MUITO tempo para ser criança, com pouca pressão para escolher meu próprio caminho como uma pessoa independente.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Antes que eu esqueça...

Otchi: outro
Patchi: passa (uva passa, ela adora!)
cagá: Em "O Zi foi cagar".
caca: outro sinonimo de coco (o teclado do meu laptop tá sem acento circunflexo), por causa da música do coco do Cocoricó: "Me chamam de fedido, nojento, caca..."


Outra coisa bonitinha é ela respondendo as perguntas assim: Voce gosta de neném? E ela: "Neném". Voce quer ir buscar o Zi? "Zi". Voce quer papar? ""Papá" E em todos os casos ela abana a cabeça com o sinal de sim.


Mudando de assunto, acabei de ler um livro excelente que mudou todos os meus conceitos sobre tudo: escola, segurança, excesso de cuidados e expectativas, consumismo, atividades, etc... Me interessei pelo assunto depois que a Gisele me passou um link com uma reportagem bem interessante da Veja: http://veja.abril.com.br/140410/excesso-protecao-faz-mal-filho-p-108.shtml. Para quem gostou da reportagem o livro é 1000x melhor. Acho que se não fosse por ele, iria facilmente me tornar uma "hyper parent".


Em Portugues: Sob Pressão - Criança nenhuma merece super pais ( http://www.siciliano.com.br/produto/2725623/sob-pressao/?ID=450C91937DA050E000E240790&FIL_ID=102)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Em ano de Copa, Brooke já sabe gritar Goool!!!

Graças ao DVD da turma do Júlio na cidade onde aparece o Júlio e seu primo João indo a um jogo de futebol, Brooke aprendeu a gritar gol e levanta as mãozinhas para cima e tudo para comemorar. Ela levanta com a mão fechada e grita Gool! Agora toda vez que ve uma bola (a "gum") ela chuta e grita gol.


Ela demonstrou ciúmes do Zi no parque quando uma menina de uns 5 anos passou a mão nele carinhosamente. Ela não gostou e disse brava: "Zi!". É bonitinho ela fazendo carinho no Zi. Ela abraça ele toda dengosa e diz: Ah, Zi...


Ela já sabe descer no escorregador sozinha. Sobe a escada e tchbum! E quando vou fazer compras com ela, na volta, ao avistar meu carro, ela aponta e fala: "Achei!!!".


Novas palavrinhas:
Ovo
Ji: Júlio
Lili: Lilica do cocoricó
Caca: cavalo
Hi: Oi, em Ingles.
leche: leite
guti: iogurte

terça-feira, 4 de maio de 2010

Brasil - Parte 2: Revendo todo mundo



Vovó Luiza e Vovô Zezé


Vovô Zezé


Vovó Gesa

Vovô Enio: experimentando pipoca pela primeira vez, com a maior cara de sem-vergonha


Priminha Lele

Lilica, a versão pequena, branca e feminina do Zi


Tia Camilla


Tio Wolber

Na casa da Bisa Mercês. Da esquerda para direita: Andréia, Camilla, vovó Mercês, Lilica, mamãe, Adriane, Bruno, eu e Tio Rogério


Da esquerda para direita: Tia Nilda, Tia Sonia, Camilla, Vovó com Brooke, Andréia, Adriane e eu.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Mais para Coleção

cabô: acabou, quando o livro acaba.

No: não, na escola. É No, mesmo, em inglês, coisa que ela não fala aqui.

A Brooke melhorou esses dias na comida porque eu descobri que se ela senta na tartaruga dela de brinquedo enquanto está comendo, ela come. Talvez ela esteja rejeitando a cadeirinha alta/