Ontem o Márcio pegou na caixa de correio a primeira correspondência para Brooke: o social security number dela, o equivalente ao CPF aqui. Hoje Márcio foi buscar a certidão de nascimento dela.
Embranqueci os números e dados pois fazer doutorado em computação na área de segurança tem me ensinado "one thing or two". Dados como esses são comercializados no "mercado negro" da Internet para cyber criminosos cometerem todo tipo de cyber crime e fraudes usando a identidade alheia. Um número de social security vale hoje uns 5 dólares no mercado negro (e ainda por cima é barato!). Se eu deixasse os dados da Brooke soltos assim na internet mereceria ser jubilada da UC Davis com razão.
Agora falta o Márcio ir ao Consulado Brasileiro em San Francisco registrar a Brooke com a mais nova brasileira do pedaço. E nesta semana ela também tem de tirar as fotinhos de passaporte dela: passaporte americano e brasileiro (minha filhinha tá chique né Marcelo?) para que ela possa ir para o Brasil em Março. Ela tá tão "chique" que ao chegar no Brasil vai para fila de residentes e ao voltar idem! Mas do jeito que ela anda chorosa (tirando quando mama ou quando está ouvindo o barulho do secador, ou com o nosso dedo mindinho na boca, ou na cadeirinha vibratória) a fotinho dela nos passaportes vai ser com cara de "unhé, unhé".
Embranqueci os números e dados pois fazer doutorado em computação na área de segurança tem me ensinado "one thing or two". Dados como esses são comercializados no "mercado negro" da Internet para cyber criminosos cometerem todo tipo de cyber crime e fraudes usando a identidade alheia. Um número de social security vale hoje uns 5 dólares no mercado negro (e ainda por cima é barato!). Se eu deixasse os dados da Brooke soltos assim na internet mereceria ser jubilada da UC Davis com razão.
Agora falta o Márcio ir ao Consulado Brasileiro em San Francisco registrar a Brooke com a mais nova brasileira do pedaço. E nesta semana ela também tem de tirar as fotinhos de passaporte dela: passaporte americano e brasileiro (minha filhinha tá chique né Marcelo?) para que ela possa ir para o Brasil em Março. Ela tá tão "chique" que ao chegar no Brasil vai para fila de residentes e ao voltar idem! Mas do jeito que ela anda chorosa (tirando quando mama ou quando está ouvindo o barulho do secador, ou com o nosso dedo mindinho na boca, ou na cadeirinha vibratória) a fotinho dela nos passaportes vai ser com cara de "unhé, unhé".
2 comentários:
Brooke nasceu mesmo com o "Bumbum virado para a Lua".Nunca vai precisar de visto e green card,pois tem o privilégio de ser cidadã Brasileira por parte dos pais e Americana de nascimento.
Continue firme investindo no seu doutorado,Marcio e Brooke no futuro vão se orgulhar muito de você,e nós também,of course!
Gesa
Parabéns para a Brooke pelos primeiros documentos! Ela é mesmo uma menina sortuda!
bjos
Camilla
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